Renda – se

A renda conquistou os corações femininos de todos os estilos. Vamos conhecer um pouco mais de sua história?!

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Parece difícil de acreditar, mas os egípcios já usavam rendas! Um tipo bem mais similar com o atual, no entanto, surgiu na Itália no século XIII.Por volta do século XV, Veneza, onde surgiu a renda de agulha, passou a competir com Flandres, na Bélgica, pelo posto de maior mercado exportador. A região flamenga era o berço de criação da renda de bilro, feita com um instrumento próprio das rendeiras.

A renda custava fortunas, com preços comparáveis às joias. Foi Catarina de Médicis, rainha consorte da França no século XVI, a responsável pela introdução do tecido na corte. Reis, nobres e clérigos usavam o material, que denotava status e luxo, em roupas, acessórios, lingerie, peças de casa e até fardas militares.

Por isso que é tão comum vermos retratos de reis e rainhas usando renda. Maria Antonieta, Ana de Áustria, Rainha Victoria, entre outras, são algumas das célebres fãs do material.

A renda desembarcou no Brasil com a vinda da família real portuguesa, em 1808. A produção se instalou no Nordeste, onde surgiu a tradição artesanal da renda Renascença, que persiste em terras tupiniquins e, recentemente, passou a ser muito valorizada lá fora

No século XX, o uso deixou de ser exclusivo da nobreza, chegando assim aos vestidos de noivas. E como houve modelos deslumbrantes! Grace Kelly, a mais icônica das noivas, claro, escolheu a renda para o seu aclamado Dia D.

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