Chanel

A Chanel em cada pre-fall + Resort tenta (e consegue) inovar em todas as categorias inimagináveis no mundo da moda. Não bastassem todas as apresentações (duas Prêt-à-porter + duas Haute Couture), a equipe criativa comandada por Karl Lagerfeld, ainda faz questão de cada temporada alternativa levar seus convidados ilustres para apreciar um desfiles fora do eixo Grand Palais. O jardim de Versalhes já foi premiado com um deles (resort 2003), Saint Tropez com mais outro (resort 2011) e até Xangai (Pre fall 2010). Dessa vez o local também foi realmente atraente e um tanto inspirador.

Para as amigas que ainda não sabiam desse detalhe, todas as coleções pre-fall (pré-outono também) são feitas para mostrar o trabalho das casas de artesanato que trabalham para a maison, comumente chamadas de Metiers d’Arts. Nessa estação a casa resolveu mudar o rumo e parar logo na Escóssia, precisamente em Edimburgo, onde toma como inspiração Mary Stuart, ex-rainha da Escóssia.

Como sempre lá estavam editoras do mundo inteiro, e, pessoas que importam nesse mundo das modas.Todas esperando ansiosamente pelo festival de looks temáticos. Logo de cara nós já começamos com uma chuva de tartan, usados desde os cachecóis (nevava bastante durante o show), casacos, shapes volumosos para esquentar um tantinho. Lamé, Lurex, tweed (sempre usado nas coleções) e algodão puríssimo foram alguns dos materiais usados.

Ao longo do desfile, as peças vão ficando um tanto medievais, Karl faz uso da silhueta bastante conhecida pelos “lovers” da marca: renascentista. Muitas camadas de tecido, pérolas e acessórios que remetem uma opulência um tanto contida através do branco. Mas mesmo assim a predominancia são dos looks xadrez, tartan, kilt e seus derivados e semelhantes. Toda a história da Escóssia contada apenas em um desfile, super tudo!

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